Ciência e infância

Concurso cultural quer saber das crianças: “por que ciência é importante?” Programa “Acho que vi 1 cientista” convida a garotada para responder à pergunta em vídeo. Inscrições vão até 31 de outubro

Estão abertas as inscrições para o 2º Concurso Cultural “Acho que vi 1 cientista”, criado e promovido pelo grupo de divulgação científica Nunca Vi 1 Cientista (NV1C), concebido pelas jovens cientistas da USP e do Cepid Redoxoma Ana Bonassa e Laura de Freitas. A iniciativa tem por objetivo estimular o contato das crianças com a ciência. Neste ano, a garotada deve enviar um vídeo de até um minuto respondendo a seguinte pergunta: Por que ciência é importante?

As crianças podem concorrer em duas categorias: de 5 a 8 anos e de 9 a 12 anos. Os primeiros colocados de cada categoria receberão um brinquedo de ciências à escolha da criança e, para o segundo e terceiro lugares, um livro de ciências do Manual do Mundo.

“A gente espera que alguns adultos aprendam alguma coisa com as crianças. Nossa ideia é que esse concurso traga um pouco de luz, de conscientização também para os adultos”, disse Laura (à esq.) ao lado de e Ana Bonassa

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Esta é a segunda edição do concurso, realizado em comemoração ao mês das crianças e, segundo as cientistas e divulgadoras de ciência Ana Bonassa e Laura de Freitas, a pergunta sobre a importância da ciência foi pensada para provocar uma reflexão num momento em que a situação no País é pouco favorável à ciência. “A gente espera que alguns adultos aprendam alguma coisa com as crianças. Nossa ideia é que esse concurso traga um pouco de luz, de conscientização também para os adultos”, disse Laura.

O concurso é patrocinado pelo Cepid Redoxoma e apoiado pela Agência Fapesp. As inscrições vão até 31 de outubro, Para participar, o responsável pela criança deve preencher o formulário de inscrição. Os vencedores serão anunciados dia 4 de novembro através das redes sociais do NV1C. Para mais informações, confira o regulamento.

Mais informações: e-mail mceliawider@gmail.com, com Maria Celia Wider

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Jornal da USP
/ Com informações de Maria Célia Wider, assessoria de comunicação do Redoxoma

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