Dois de abril, "Dia A"

  –  Dia Internacional também terá atividades em Foz do Iguaçu  –

No domingo (2) celebra-se o Dia Mundial de Conscientização do Autismo. Em Foz, a data será lembrada com um evento no Gramadão da Vila A, a partir das 17h. Será uma grande confraternização entre famílias e pessoas que convivem com autistas com a comunidade em geral.
A organização pede para que cada um se vista de azul e leve seu lanche para um delicioso piquenique. Durante o evento, profissionais esclarecerão dúvidas sobre o Autismo e as crianças poderão se divertir com brinquedos e teatros infantis, além de outras atividades.
A data serve para ajudar a conscientizar a população mundial sobre o Autismo, um transtorno no desenvolvimento do cérebro que afeta cerca de 70 milhões de pessoas em todo o mundo. A síndrome atinge 2 milhões de brasileiros.
O Dia Mundial de Conscientização do Autismo foi criado pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 18 de Dezembro de 2007, com o intuito de alertar as sociedades e governantes sobre esta doença, ajudando a derrubar preconceitos e esclarecer a todos.
No Brasil, o Dia Mundial do Autismo será celebrado com palestras e eventos públicos, a exemplo do que ocorrerá em Foz,  por várias cidades brasileiras. Este ano, vários pontos turísticos do País – como o Cristo Redentor, no Rio, e a Ponte Estaiada, em São Paulo – serão iluminados de azul, a cor que simboliza o Autismo. No restante do mundo, outros importantes pontos acenderão sua “luz azul”, como no ano passado o prédio Empire State, em Nova York (Estados Unidos) e a CN Tower, em Toronto, (Canadá).
O que é o Autismo?
O autismo faz parte de um grupo de desordens do cérebro chamado de transtorno invasivo do desenvolvimento (TID) – também conhecido como transtorno global do desenvolvimento (TGD). Para muitos, o autismo remete à imagem dos casos mais graves, mas há vários níveis dentro do espectro autista. Nos limites dessa variação, há desde casos com sérios comprometimentos do cérebro além de raros casos com diversas habilidades mentais, como a Síndrome de Asperger (um tipo leve de autismo) – atribuído inclusive a aos gênios Leonardo Da Vinci, Michelangelo, Mozart e Einstein. Mas é preciso desfazer o mito de que todo autista tem um “superpoder”. Os casos de genialidade são raríssimos.
A medicina e a ciência de um modo geral sabem muito pouco sobre o autismo, descrito pela primeira vez em 1943 e somente 1993 incluído na Classificação Internacional de Doenças (CID 10) da Organização Mundial da Saúde como um transtorno invasivo do desenvolvimento.
A incidência em meninos é maior, tendo uma relação de quatro meninos para uma menina com autismo, segundo as estatísticas.
Clique aqui para conhecer mais sobre o assunto, na Revista Autismo
Clique aqui para ler “Na mente de uma mãe de autista”
Clique aqui para ler “Dicionário sensorial de pais para pais de autistas”
Clique aqui para interagir com o grupo “Pais de Autistas de Foz do Iguaçu”
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Guatá/com JIE, Revista Autismo e Gazeta do Povo
 

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