E as pessoas pararam

Um poema de Adna Rahmeier

E as pessoas pararam

Ninguém podia se tocar
E através do olhar
E das palavras
Finalmente, eles descobriram
Um romance agridoce
Por ora, proibido
Mas com um absurdo sentido
Principalmente, político
Existiam dois lados
O dos conformados e o dos rebelados
Talvez tenha sido isso
Que se deu a desunião de tal dimensão
E longe dos olhares, distante dos corpos
Eles se encontraram
E se amaram
Pela idéias, sorrisos e planos
Precisou que o mundo desse um stop
Pro amor vencer
E as pessoas se curaram
E os planos se fundiram
Num amanhã sem vazio.

Adna Rahmeier é poeta e artesã em Foz do Iguaçu, Pr.

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