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“E eu ainda vou te encontrar”, de Laiane Novaes

Prosa poética publicada na edição 26 da revista Escrita

Talvez o que eu mais goste seja isso: você pensa demais sobre tudo, sempre com teorias loucas que nunca fazem sentido pra ninguém, só pra mim, pra nós. E em meio a esse devaneios, sempre me vem a loucura de te puxar e te beijar. Não por te querer, mas por querer sentir sua intensidade quando a cabeça tá a mil criando uma tese pra qualquer coisa. Não sei, meu bem, não enxergo seus quase dois metros de altura, seu cabelo legal e a boca bem desenhada simetricamente encaixada ao seu rosto; não me atraio por isso, não em você. Embora todas as suas qualidade físicas façam sentido pra mim quando suas idEias tortas me atingem e me fazem sorrir OU refletir. De alguma maneira, as suas “viagens” às teorias insanas criadas pelo mundo ou por você, me alcançam e me mudam. E talvez seja exatamente isso que me chama atenção nesse nosso romance mal contado: a sua loucura me encontra quando eu me encontro dentro dela.

Laiane Novaes é de Aracaju, SE. Texto publicado originalmente na revista Escrita número 26.

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