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"É grave, é greve"

Ato dos(as) servidores(as) reúne mais de 15 mil pessoas em Curitiba. Além dos(as) trabalhadores(as) do estado, estudantes e movimentos sociais integraram o ato .

Caminhada para o ato unificado em Curitiba, nesta segunda, 01 de julho (Foto: APP)

Nesta segunda-feira (01/07), servidores(as) públicos do Paraná participaram do ato unificado convocado pelo Fórum das Entidades Sindicais (FES) na capital do estado. Entre os mais de 15 mil manifestantes estavam professores(as), funcionários(as) de escola, servidores(as) da saúde, segurança pública, estudantes da rede pública de ensino e integrantes de movimentos sociais. No interior do estado também estão sendo realizadas mobilizações contra a falta de diálogo do governo Ratinho Junior(PSD).

Após a concentração na Praça Santos Andrade, os(as) manifestantes realizaram uma marcha até o centro cívico, onde servidores(as) permanecem até à tarde para a sessão da Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP).

O objetivo da manifestação na ALEP é pedir o apoio de deputados(as) para que o governo negocie com os(as) servidores(as). “Desde março estamos nos reunindo com o governo e não tivemos respostas, apesar das promessas do governador durante a campanha e após ser eleito. Diálogo se faz com respostas e não tivemos, por isso iniciamos a greve” afirmou Marlei Fernandes da coordenação do FES.

Professores estaduais lotados na região de Foz do Iguaçu também participaram da manifestação na capital. (Foto: APP Foz)

Sete dias sem respostas

A greve completa 7 dias hoje e atinge quase 90% das escolas públicas estaduais. “Hoje é um dia importante. Nós estamos há quatro anos com os salários congelados e pedimos ao menos a reposição da inflação do último ano”, afirma Hermes Leão presidente da APP-Sindicato.

As categorias do funcionalismo público esperam que o governo do Estado reabra a mesa de negociação e apresente uma proposta de pagamento da dívida de 17%. Professores(as), funcionários(as), policiais e profissionais de outras categorias estão com os rendimentos congelados desde 2016. Há quase quatro anos, especificamente 42 meses o governo não paga a reposição da inflação.

A reivindicação é de 4,94%, referente a inflação dos últimos 12 meses, mais a negociação dos atrasados. O cálculo das perdas é equivalente a não receber mais de dois salários por ano. (APP-Sindicato)

Leia o artigo completo e veja mais fotos, aqui.

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Reproduzido da
página oficial da APP

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