Escola em movimento

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Educadores protestam na Praça do Mitre
Educadores e estudantes se mobilizaram nesta quinta-feira (17), na Praça do Mitre, durante a paralisação nacional pelos direitos da categoria.  Com a manifestação organizada pela APP-Sindicato/Foz, a maioria das escolas da rede estadual suspendeu as aulas. Os trabalhadores da educação pedem o cumprimento pelo Governo do Paraná da Lei Nacional do Piso Salarial, defendem a aplicação da pauta salarial de 2016 e a valorização do magistério.
No ato público, os servidores denunciaram a falta de investimentos e o sucateamento do ensino público paranaense, refletiram sobre o momento político do país e criticaram a gestão municipal, principalmente nas áreas de saúde e educação. O movimento também prestou solidariedade aos educadores e estudantes de outros estados, submetidos à privatização, terceirização e corte dos direitos, como São Paulo, Goiás e Rio de Janeiro.
Além das atividades na Praça do Mitre, o sindicato organizou ato público em Itaipulândia, reunindo servidores da rede estadual das cidades de Ramilândia, Matelândia, Medianeira, Serranópolis, São Miguel do Iguaçu e Missal. A paralisação contou com a participação dos educadores da rede municipal, que pedem o cumprimento da lei do piso salarial, a aprovação do plano de carreiras e o pagamento da hora-atividade no município.
Na manifestação, a secretária de Formação da APP-Sindicato/Foz, Cátia Castro, denunciou a sobrecarga de trabalho dos servidores devido às regras do porte de escola implantado pelo governo. “As agentes educacionais estão submetidas a condições desumanas. Escolas grandes, com 500 alunos por turno, dispõem de apenas três agentes para limpar 20 salas e os demais espaços” exemplificou. “As merendeiras e o pessoal da secretarias estão em condições parecidas”, completou Catia Castro.


Assessoria APP /
 

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