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Filme “Abraço” discute a desvalorização da educação pública

O filme, que apresenta a história de uma professora sergipana, foi lançado na América Latina no dia 8 de março

A Rede de Trabalhadoras da Internacional da Educação para a América Latina (IEAL) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) promoverão, no próximo dia 8 de março, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, o lançamento internacional do filme “Abraço”. A história de Ana Rosa, uma professora da rede pública de ensino de Sergipe, faz uma leitura crítica do atual cenário político brasileiro quanto ao processo contínuo e permanente de abandono e desvalorização da educação pública e de seus profissionais.

Legendado em espanhol foi exibido pela plataforma Zoom, no Dia Internacional da Mulher.  O lançamento contou com a presença de representantes dos 18 países da América Latina, que estão à frente de organizações sindicais, do direito à educação e dos trabalhadores. Entre os nomes confirmados, estão Hugo Yaski, presidente da IEAL na Argentina, e Combertty Rodríguez, da IEAL da Costa Rica, além da própria Fátima Silva, vice-presidente da IEAL do Brasil, e DF Fiuza, diretor do filme.

A IEAL, junto com a CNTE e a Central Única dos Trabalhadores (CUT) Brasil, apoiou a realização do longa, patrocinado pelo Sindicato dos Trabalhadores na Educação do Estado de Sergipe (SINTESE). Além do lançamento para a América Latina no dia 8, haverá um lançamento para os demais países no dia 1º de maio. No Brasil, “Abraço” pode ser assistido em plataformas digitais como iTunes, Apple TV+, Google Play, YouTube Filmes, Now, Vivo Play e Looke. O lançamento lá fora também será digital.

 

Sobre o filme

A dupla/tripla jornada de trabalho assumida pelos professores e por dirigentes sindicalistas é um dos temas do filme “Abraço: uma história de ficção”, baseado em situações reais da luta de Ana Rosa, habitante de uma cidade do interior, mãe e responsável pelo trabalho doméstico.

Com pouco tempo para cuidar dos filhos, um marido possessivo e um relacionamento tenso com a mãe, a narrativa mostra que mulheres militantes fazem o trabalho duro de convencer e organizar as bases e acumulam muitas funções, em geral, sozinhas, em função de uma organização social machista que ainda acredita haver tarefas de mulheres e tarefas de homens.

O filme Abraço faz uma leitura crítica do atual cenário político brasileiro, quanto ao processo contínuo e permanente de abandono e desvalorização da educação pública e de seus profissionais. A produção do filme teve a participação especial de 600 professores que atuaram como figurantes, ao lado de 80 atores profissionais. A música original foi composta por André Abujamra e Eron Guanieri, com participação especial de Chico Cesar e Orquestra Sinfônica do Estado de Sergipe.

Em outubro de 2020, o diretor do Filme, DF Fiuza concedeu entrevista ao jornal Brasil de Fato. Veja aqui a entrevista.

Por BDF

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