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Girassóis de minha infância, poema de Lis Labanca

Publicado originalmente na revista Escrita 19

Tarde de o1 de outubro
Na ânsia de encontrar o rumo
Abro a janela
Encaro minhas lembranças e ela
Chuva sempre bela
Muitas vezes não faz parte da aquarela
Pela tristeza da palidez que vem junto dela
Parece tão fria,
mas tão mansa, parece que chora,
implora por carinho e aconchego!
Nos campos da minha infância
Via chegando na campanha em abundância
Em dias quentes ou de inverno
Nas primaveras chegava, banhava os meus girassóis
De uma maneira tão singular, qual minha mente em devaneio
Onde anjos cobriam como um véu as belezas amarelas.
O dia cinza se transformava no mais belo
Relação com inevitável elo.
É tudo que quero
Uma lembrança tão latente em minha mente
Quero manter antes que o dia escureça
Quero que tudo fique tão claro e raro
Como os belos sóis que jamais perdem seu brilho
Frágeis lembranças escondidas
Serena cena que acariciam meus sonhos de rebento.

 

Lisete Barbosa é estudante de Ciências Econômicas em Foz do Iguaçu, Pr. Texto publicado originalmente na revista escrita nº19.

 

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