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“Jakaruhaguā, olla populares”, alimente a alma com esta experiência de resistência nesta sexta (05)

Nesta sexta (05), às 19 horas no Brasil, um grupo de estudantes paraguaias/os da Unila promove um bate-papo sobre o direito à alimentação em tempos de pandemia.

O evento que tem como nome “Jakaruhaguā: organización y resistencia en las ollas populares” vai tratar de temas relacionados ao direito à alimentação e organização diante da pandemia do Covid-19. Jakaruhaguã quer dizer para podermos comer, na língua guarani.

Para debater, convidados de organizações que trabalham em diversas comunidades paraguaias, assim como estudantes que estão tendo a experiência de sobreviver em Foz do Iguaçu, impossibilitados de voltar às suas casas de origem. A iniciativa é do Colectivo de Paraguayas/os – Unila, e com início marcado para às 19 horas (Brasil), terá duração de uma hora aproximadamente. Para assistir, os interessados devem acessar a página do coletivo no Facebook:

https://www.facebook.com/Colectivo-de-paraguayxs-UNILA-101355947896573 

O Coletivo é formado por estudantes do país vizinho que estudam em Foz do Iguaçu, prioritamente na Unila – Universidade Federal da Integração Latino-Americana. “Atua faz dois anos em diferentes em diferentes demandas que os estudantes paraguaios apresentam dentro e fora da Universidade, com o intuito de fomentar o pensamento crítico e concretizar ações perante as problemáticas, no Paraguai e na América Latina, explica Lauri Acuña.

Lauri Acuña, que é estudante de Arquitetura e Urbanismo conta que o grupo desde sua origem tem trabalhado com compromisso político e social, porém diante dessa pandemia começou a atender situações que não tinham se apresentado antes, como a fome. “Por isso estamos fazendo também arrecadação de alimentos, roupas e recebendo também doações em dinheiro para poder continuar ajudando a estudantes em vulnerabilidade”.

“Olla Popular” na comunidade Bañados Sur (Foto: coletivo paraguayas/os)

“Jakaruhaguā, olla populares”, a live:

A live falará de experiências de solidariedade e alimentação comunitária.

Para os estudantes que estão ilhados em Foz, a atividade é feita aos domingos, quinzenalmente. Quatro a cinco pessoas preparam os alimentos e posteriormente se faz a entrega nas casas.

Já no Paraguai, as “ollas populares” envolvem as organizações comunitárias e pessoas de cada comunitária. Como o nome do movimento “Jakaruhaguā” diz, “para que possamos comer” em guarani, uma atitude fundamental de resistência e organicidade da população mais pobre. E é sobre isso que a live vai tratar.

O debate contará com a participação de cinco mulheres paraguaias.

  • Rosa Melinna Medina – Colectivo de Paraguayxs-Unila, como mediadora;

E como Panelistas:

  • Kimberli Samaniego – Representante de Ollas Populares Solidarias-Bañado Sur.
    Ela  tem 21 anos, é estudante de Trabalho Social. Ativa militante do coletivo feminista Yvyrete, atua no movimento estudantil e em organizações populares de sua cidade, responsável por duas ollas populares (panelas populares). Uma em Caacupemi e outra em Banãdo Sur.
  • Cira Novara – Organización Kuarahy Mimbi  – Educadora e psicóloga.
    Atuou como educadora em Assunção, por mais de dez anos em diferentes instituições de ensino. É ativista da organização comunitária Kuarahy Mimbi. Elabora distintos projetos de promoção e defesa dos direitos humanos em zonas urbanas e periféricas no Paraguai.  Desde os anos 90 vem desenvolvendo projetos sócioeconomicos e produtivos em comunidades rurais e indígenas daquele país. É autora de vários materiais e artigos de educação popular, ambiental de organização e economia solidária.
    Cira é articuladora de trabalhos com responsáveis pelas panelas populares da comunidade de Los Bañados.
  • Mary Lezcano – Plataforma Social de DDHH, Memoria y Democracia – É socióloga. Também trabalha com elaboração e desenvolvimento de projetos sociais.
  • Lauri Acuña – Colectivo de Paraguayxs-UNILA – Natural da cidade de Pilar, estudante do último período do Curso de Arquitetura e Urbanismo na UNILA. Natural de Pilar, no Sudoeste paraguaio, é uma das organizadoras do Coletivo em Foz do Iguaçu.

Estudantes na pandemia

Donativos e alimentação para os estudantes paraguaios que estão em Foz do Iguaçu

Lauri Acuña vai participar da live para contar sobre a experiência da organização do coletivo em auxiliar aproximadamente 80 estudantes paraguaios que ficaram em Foz do Iguaçu por diversos motivos nesta pandemia. “Vamos falar tanto das ‘’ollas populares’’ como também de outras atividades que vem sendo realizadas com o intuito de fazer menos complicada a estadia de quem teve que ficar em Foz do Iguaçu”, finaliza.

Doações para a campanha do Coletivo de Paraguayas/os – Unila podem ser feitas da seguinte forma:

Alimentos e roupas:
Contato com Alba Salinas, pelo telefone  +5545999473387.

As contas bancárias, disponibilizadas para doações em dinheiro são:

No Brasil
Banco do Brasil: Agencia: 3270-0
Conta: 32663-1
TITULAR: Rocio Esther Gonzalez Farina

No Paraguai
Cuenta Banco Continental: 2556779004
TITULAR: Arami Celeste Encina Invernizzi

Por Guatá com Coletivo de Paraguayas/os

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