Jazzcaré do outro lado do rio

  –  Neste sábado, a partir das 21 horas, na Estação das Artes, em Ciudad del Este  –  

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“Nenhuma cultura pode reivindicar como própria uma música sem admitir que compartilha muitas características e provavelmente muitas composições com alguma cultura vizinha”.

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É a partir dessa premissa que nasceu a Jazzacaré. Desenvolvendo um repertório de música instrumental com elementos dos países de onde originam seus integrantes (Argentina e Brasil). Assim também é o entendimento com as influências dos outros países que fazem fronteira com aqueles.

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O repertório da Jazzcaré inicia lá, na desembocadura da Bacia do Prata, com levadas tangueiras, milongas, candombes e chamamés. Também aparece no trabalho do trio o “gualambao”, um ritmo originado na região da fronteira trinacional. Segundo a pesquisa dos músicos, uma criação que se atribui a Ramón Ayala. O Jazzcaré soma ritmos do Brasil a tudo isso. É aqui que entra samba, baião, maracatu, bossa nova, entre outros.
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Os arranjos são todos próprios, pensados a partir da constituição do trio. Claro, sempre bem alinhados pela estética da fronteira, numa construção a partir do “mboyere cultural” que existe na região. Então, a amarração se dá com um sentimento jazzístico, o que universaliza a aldeia em um nível de expressão que os traços identitários revelam-se, revelam e sobressaem com ótimo quilate.
Os músicos que compõem o Jazzcaré são os irmãos brasileiros Sergio e Amauri Copetti (baixo e bateria, respectivamente). Completa a banda o argentino Sebastian Pereyra, com guitarra e violão.
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Serviço:
Jazzcaré Band
Estação das Artes
Ciudad del Este
21 de julho, às 21 horas.
Ingressos: 30 guaranies

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