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Lua, de neve!


Maior superlua de 2019: entenda o fenômeno astronômico que ocorre nesta terça.

Posição do satélite em relação à Terra faz ele aparecer maior e mais brilhante no céu.

Este fenômeno é chamado de “superlua” e ocorre quando a Lua está cheia e no perigeu, o ponto mais próximo da Terra. O satélite atingiu essa posição às 6h07 no horário de Brasília. No entanto, só será possível avistar realmente a Lua no Brasil com o pôr do sol, às 19h02. Este período do “nascer da lua” será o melhor do dia para observar a superlua por causa de uma ilusão de ótica.

Neste momento, o satélite parece estar maior por ficar perto do horizonte. Nosso cérebro o percebe desta forma porque há objetos próximos, como edifícios e árvores, com os quais é possível comparar seu tamanho.

Esta será a segunda vez que o fenômeno ocorre neste ano, sendo a maior delas – a primeira ocorreu em 21 de janeiro. E não será a última.

No mês passado, o evento foi chamado de “superlua de sangue”, por conta do tom avermelhado que a Lua adquiriu com a ocorrência simultânea de um eclipse total enquanto o satélite estava no ponto mais próximo da Terra. É um fenômeno muito mais raro do que uma superlua “comum”.

A próxima e última superlua de 2019 está prevista para 21 de março.

O que é uma superlua?

“Superlua” não é um termo oficial da astronomia, que se refere a este fenômeno como “lua cheia perigeana”.

O nome “superlua” foi criado em 1979 pelo astrólogo americano Richard Noole para designar “uma Lua nova ou cheia que ocorre quando a Lua chega ou está próxima (pelo menos 90%) de sua maior proximidade da Terra”.

No entanto, o termo se popularizou como uma referência a quando a Lua está cheia nesta posição.

Conforme explica a Nasa, isso ocorre porque o satélite orbita a Terra em uma trajetória elíptica a cada 27,3 dias. Assim, ela se aproxima e se afasta do nosso planeta conforme percorre esse caminho.

O ponto mais longe de nós nesta elipse – a 405.500 quilômetros da Terra em média – é chamado de apogeu. Em contrapartida, ela atinge o perigeu quando chega a 363.300 quilômetros de distância em média.

Mas é importante notar que órbita da Lua muda com o tempo, afirma a Nasa, por conta de influência gravitacional do Sol e de outros planetas. Com isso, mudam também seu apogeu e perigeu. No caso desta superlua, seu perigeu será a 356.760 quilômetros de distância.

Quando uma Lua está cheia e no perigeu, ela aparece 7% maior, por sua proximidade da Terra, e 15% mais brilhante – porque reflete mais luz do Sol para a Terra – do que uma lua cheia normal. E pode ficar até 14% maior e 30% mais brilhante do uma “microlua”, como é chamada uma lua cheia no apogeu.

No entanto, a diferença de tamanho e iluminação na superfície da Terra será “imperceptível a olho nu”, segundo a Nasa.

Um efeito mais simples de ser notado será aquele sobre as marés, diz a agência americana, que serão intensificadas pela maior força gravitacional que a Lua exercerá sobre os oceanos.

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/reproduzido do portal Terra

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