Mão na massa

PTI ensina escoteiros a montar robô com materiais de baixo custo

O robozinho anda e deixa marquinhas por onde passa.
(Fotos: Vacy Álvaro/PTI )

A equipe da área de Ciência e Educação do Parque Tecnológico, em parceria com a Itaipu, integra as atividades de Ciência e Tecnologia do JamCam, até esta sexta-feira (10).

Em menos de uma hora, escoteiros que participam do JamCam, em Foz do Iguaçu, estão aprendendo a montar um “robô” de baixo custo, com papelão e canetinhas. A oficina está sendo ministrada pelo Parque Tecnológico Itaipu (PTI) desde segunda-feira e prossegue até sexta-feira (10), quando será encerrado maior evento escoteiro já realizado no Brasil.

Em 2009, o Parque Tecnológico Itaipu sediou o 4º Jamboree Nacional Escoteiro, que reuniu 4,8 mil escoteiros. Já reconhecido pelo sucesso do evento, o PTI foi convidado desta vez para compor a programação do JamCam, que conta com participantes de 21 países.

A equipe da área de Ciência e Educação do Parque Tecnológico, em parceria com a Itaipu Binacional, integra as atividades de Ciência e Tecnologia da Aldeia Interamericana de Desenvolvimento Sustentável do JamCam, que tem como foco permitir que os participantes adquiram habilidades para atuar frente às questões em suas próprias comunidades.

A oficina começa com uma introdução que explica como funciona um circuito elétrico, seguida pela prática de montar um esquema de circuito simples, como explicou Marcos Vinicius dos Santos, do programa de Educação e Ciência do PTI.

Os escoteiros aprendem tecnologia e robótica, com materiais simples.

O próximo passo é construir a estrutura do robô, que demanda apenas papelão, canetinhas e fita adesiva – materiais recicláveis e de baixo custo, que vão ao encontro dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), com os quais o PTI e a Itaipu têm compromisso oficializado e que também estão sendo divulgados no JamCam.

A “aula” tem a duração de uma hora; São quatro por dia, com até 20 participantes. É tempo suficiente para colocar o robô pra funcionar e deixar marcas: por onde anda, o robôzinho vai rabiscando com as cores das canetinhas.

Conforme Marcos, a atividade foi escolhida para ser levada ao evento por envolver a aprendizagem criativa, em que os participantes aprendem a utilizar a tecnologia, programação e robótica com criatividade, colocando a “mão na massa”.

Há cinco anos, Valéria Gomes dos Santos é escoteira. Moradora do Rio de Janeiro, pela primeira vez participa do JamCam. Ela gostou da experiência de aprender a montar o robô na oficina do Parque Tecnológico.

Também do Rio de Janeiro, Luiz Miguel Pereira Almeida dos Rios, de 13 anos, achou a atividade muito interessante. Ele não imaginava que era possível fazer um robô com papelão e canetinha e disse que agora poderá até ensinar outros amigos. “Até que achei fácil”, comentou.

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