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Nó do diabo

  –  Cinelatino promove filme com a temática do racismo no Brasil  –

Mais um filme independente chega à sala de cinema em Foz do Iguaçu, através do “Cinelatino”, uma realização do UNILA MOVIDA/Núcleo de Integração e Cultura em parceria com o Cine Cataratas.
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O projeto proporciona ao público do fronteira trinacional sessão mensal onde promove títulos premiados em festivais e em fase de estreia. Tudo isso em um cinema comercial, localizado num dos shoppings de Foz do Iguaçu.
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Para o mês de novembro o filme programado é “O nó do Diabo”. A curadoria procurou homenagear o Dia da Consciência negra com uma sessão no dia 20 de novembro, às 19h. A entrada promocional custa R$ 5,00.
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Sinopse – “Nó do Diabo” é um longa-metragem de terror dividido em cinco contos, dirigidos por diferentes realizadores, que traçam de forma crítica um histórico sobre o racismo e as relações de trabalho no Brasil. Ambientado em um antigo engenho do Nordeste, o filme se concentra em apontar que os horrores da escravidão nunca sumiram completamente. Pelo contrário: transformaram-se com o passar do tempo, adquiriram novas faces e formam o cenário político e social do nosso país.
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O terror, enquanto gênero, foi escolhido como diferencial de aproximação para apresentar histórias severas, porém presentes em nossa sociedade. Filme premiado em festivais brasileiros como o de Brasília e o de Curitiba.

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Veja o trailler:

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Nó do Diabo

Direção: Ramon Porto Mota, Jhésus Tribuzi, Ian Abé, Gabriel Martins
Roteiro: Ramon Porto Mota, Jhésus Tribuzi, Ian Abé, Gabriel Martins, Fabiano Raposo, João Matias, Anacã Agra.
Elenco: Fernando Teixeira, Isabél Zuaa, Tavinho Teixeira e Zezé Motta, entre outros.
Duração: 124 min – País: Brasil – Ano: 2018
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Comentário –
“Muitas vezes analisado como mero escapismo, o cinema de gênero também tem uma postura crítica social e política ao longo da história da sétima arte, em especial quando lembrarmos as obras de George A. Romero, Tobe Hooper ou Wes Craven. Não há problema algum em ser entretenimento e também ser crítico ao mesmo tempo, e o horror é uma ferramenta ótima para isso.E é esse caminho que segue o nacional O Nó do Diabo. Dividido em cinco capítulos, o longa acompanha dois séculos de violência, opressão e preconceito, debatendo ao longo dos anos as relações entre os funcionários negros e os patrões brancos. Neste sentido, é importante destacar a escolha de um mesmo ator para interpretar o dono da fazenda ao longo desses 200 anos. Num simbolismo óbvio, mas inteligente, o filme mostra que diferentes negros foram oprimidos ao transcorrer da história, mas que o branco, de certa forma, era a mesma pessoa…” (Lucas Salgado, de Adoro Cinema)

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Assessoria e Adoro Cinema

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