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Onça-pintada do Refúgio Bela Vista de Itaipu é estrela do Globo Repórter desta sexta (16)

A onça melânica Poty (de cor preta) também será a estrela do programa Meu Paraná, que vai ao ar no sábado, às 11h45, na RPC.
Poty, nascida em meados de 2019 no Refúgio Biológico Bela Vista, mantido pela Itaipu  (Foto: Rubens Fraulini/Itaipu Binacional)

 

O “Globo Repórter” desta sexta-feira (16) vai mostrar a transformação de antigos zoológicos em bioparques, com foco no recém-inaugurado Bioparque do Rio de Janeiro. O local é o novo lar da onça-pintada melânica (preta) Poty, nascida em junho de 2019 no Refúgio Biológico Bela Vista (RBV), da Itaipu Binacional, em Foz do Iguaçu (PR).

O programa, que começa logo após o Big Brother Brasil, na Rede Globo, vai mostrar como foi a viagem de Poty até a cidade maravilhosa e sua nova morada. Ela viajou de Foz para o Rio no último dia 3 de fevereiro.

A onça também será a estrela do programa Meu Paraná, que vai ao ar no sábado (17), às 11h45, na RPC. Não perca!

 

Equipe do Refúgio prepara o felina para a extensa viagem até a nova casa (Foto: Alexandre Marchetti/Itaipu Binacional)

Reprodução

O Refúgio Biológico Bela Vista é considerado referência em conservação da fauna e da flora regionais. Entre as suas ações, destacam-se o maior programa de reflorestamento do mundo feito por uma hidrelétrica, com mais de 44 milhões de mudas plantadas; e o programa de reprodução em cativeiro de espécies como a harpia, o gato-maracajá, a anta e a onça-pintada – entre outros.

Poty e seu irmão Pytu são filhos da onça-pintada melânica Nena e de Valente, que possui a coloração mais comum da espécie. O nascimento marcou a segunda reprodução da espécie nascida em cativeiro no Refúgio.

A primeira onça nascida na Itaipu foi a Cacau, em dezembro de 2017, depois de 14 anos de tentativas de reprodução. Ela também é filha de Nena e Valente.

A proposta do Refúgio não é apenas reproduzir os animais em cativeiro, mas garantir a existência de um banco genético vivo desta espécie de onça-pintada, oriunda do bioma da Mata Atlântica. No futuro, espera-se que seja possível fazer a reintrodução dos animais na natureza. Esta reinserção envolverá diversas instituições.

 

Por assessoria

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