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Pó estelar, poema de Adna Rahmeier

Pó estelar

Desde menininha
Muitos telhados eu subia
Primeiro, a mangueira pra escalar
Depois, o andar sem estalar
– ai de mim se mainha escutasse –
Quando chegava lá em cima
Percebia que em perto seria
Daquela finita vontade
De ser parte do céu fantasia

Mal lá se cabia
O quanto de humanidade
Ainda sobreviveria.

Adna Rahmeier é poeta e artesã em Foz do Iguaçu, Pr. Texto publicado originalmente na revista Escrita, número 46.

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