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Poesia-me (*), de Jack Kerouac

 

(*)

Brindemos pelas loucas,
pelas desajustadas,
pelas rebeldes e arruaceiras,
pelas que não se encaixam,
pelas que vêm as coisas de um modo diferente,
pelas que não gostam de regras e não respeitam o status quo.
Podem denunciá-las, não estar de acordo,
glorificá-las ou vilipendiá-las,
mas o que não podem fazer é ignorá-las.
Porque elas mudam as coisas,
empurram para frente a condição humana.
Enquanto alguns as veem como loucas,
Nós vemos o gênio delas,
porque as mulheres que se acreditam tão loucas
como para pensar que podem mudar o mundo são as que o fazem.

(*) Texto adaptado a partir de poema de Jack Kerouac, 1922-1969. Extraído da página Poesia-me.

Na foto, ativista discursa em assembléia de operárias durante revolução na Rússia, em 1917. (Acervo Internet)

“Aqui estão os loucos. Os desajustados. Os rebeldes. Os criadores de caso. Os pinos redondos nos buracos quadrados. Aqueles que vêem as coisas de forma diferente. Eles não curtem regras. E não respeitam o status quo. Você pode citá-los, discordar deles, glorificá-los ou caluniá-los. Mas a única coisa que você não pode fazer é ignorá-los. Porque eles mudam as coisas. Empurram a raça humana para a frente. E, enquanto alguns os vêem como loucos, nós os vemos como geniais. Porque as pessoas loucas o bastante para acreditar que podem mudar o mundo, são as que o mudam.” (Jack Kerouac) . Veja mais, aqui.

.

Jean-Louis Lebris de Kerouac (1922-1969), mais conhecido por Jack Kerouac, foi um escritor estadunidense de ascendência 
franco-canadense e um do líderes do movimento literário conhecido como Geração beat.

Foto de época, autor ignorado, extraído da Internet.

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