Unila promove live sobre “Mulheres e agricultura familiar”. Nesta sexta (31)

A convidada é Taisa Lewitzki, cabocla, agricultora e pesquisadora. Antropóloga formada na própria instituição.

Nesta sexta, a partir das 17 horas, o projeto Encontros pela Diversidade, da Unila, recebe a antropóloga e agricultora Taisa Lewitziki para uma live sobre as mulheres e a produção agrícola familiar. A participação é livre. O debate pode ser acessado a partir do instagram do projeto.

O tema promete informações importantes. Abordará especificamente o trabalho das mulheres camponesas em tempo de pandemia. A partir desse enfoque, o campo como espaço de disputa de projetos. A produção de alimentos versus a produção de comodities. Resistências e proposições.

A convidada tem experiência. Taisa Lewitzki é cabocla, agricultora, antropóloga e pesquisadora. Faz parte da comunidade rural de Góes Artigas, situada no município de Inácio Martins, da região centro sul do Paraná, onde é sócia-fundadora da Casa da Cultura Góes Artigas (2016). Graduada pela Universidade Federal da Integração Latino-Americana (2015), mestre pela Universidade Federal do Paraná (2019), atualmente é doutoranda em antropologia social pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2019). Pesquisa povos e comunidades tradicionais do campo e conflitos socioambientais com ênfase na organização sociopolítica entre faxinais e benzedeiras no Paraná e povos indígenas no Rio Grande do Norte. Além disso, atua na assessoria técnica e política de organizações sociais em relação a agricultura, agroecologia, cultura, gênero e povos tradicionais.

Taisa e Sandra, mulheres que produzem e defendem a agricultura familiar (Fotos: divulgação)

Leia também “Memórias das águas”, de Taisa Lewitziki

 

A mediação da live estará por conta de Sandra Marli da Rocha Rodrigues. Camponesa ligada à agroecologia, é graduada em Pedagogia para Educadores do Campo, pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná, UNIOESTE. Mestra e doutoranda em Sociedade, Cultura e Fronteiras, pela mesma instituição. Desde 2002 integra o Movimento de Mulheres Camponesas – MMC. Foi conselheira titular representando o MMC no Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável – CONDRAF (2003 – 2004), e do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional – CONSEA (2012-2016). Possui experiência na área de Educação do/no Campo, Educação Popular, Educação Ambiental, Gênero e Feminismo Camponês e Popular, quintais produtivos e Agroecologia. Atualmente integra a direção nacional do MMC.

Fonte: Encontros pela Diversidade

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