Unindo os pontos

  –  Braile, uma linguagem permite que pessoas
com cegueira ou baixa visã0 possam ler  –  

braileHoje é o Dia Nacional do Braile, o sistema de leitura em alto-relevo para deficientes visuais, inventado pelo francês Louis Braille, em 1827. De acordo com o Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), havia no Brasil mais de 32 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência visual, sendo 6,5 milhões com deficiências severas.
A data, no Brasil, remete ao aniversário de nascimento de José Álvares de Azevedo – o Patrono da Educação dos Cegos no Brasil. Azevedo foi um missionário que, após estudar braile na França, trouxe o sistema ao Brasil e ajudou a fundar, no Rio de Janeiro, o Imperial Instituto dos Meninos Cegos – primeiro centro de estudos para deficientes visuais no país.
O braile permite que pessoas com cegueira ou baixa visão possam ler. O sistema consiste em um alfabeto de símbolos criados a partir de pontos em alto-relevo. Cada letra, número, pontuação ou sinal é feito a partir de uma combinação de seis diferentes pontos.

Aula de xadrez no Centro  de Atendimento Especializado para Deficientes Visuais e da Sala de Recursos Multifuncional, em Foz do Iguaçu; (Foto: acervo Cultura)
Aula de xadrez no Centro de Atendimento Especializado para Deficientes Visuais e da Sala de Recursos Multifuncional, em Foz do Iguaçu; (Foto: acervo Cultura)

Ensino em Foz do Iguaçu – O Município conta com um Centro de Atendimento Especializado para Deficientes Visuais, que funciona na Escola Municipal Ponte da Amizade. O centro atende crianças e adultos, que cegos ou com baixa visão, tem a oportunidade de aprender além do braile, ensino de matemática e ainda receber orientações de mobilidade na rua e em casa, além de estimulação visual para melhor inclusão no ensino regular.
O CAEDV é a única sala de recursos multifuncionais na área visual existente em Foz do Iguaçu e tem atualmente cerca de 50 alunos.


Com Agência Brasil e Cultura