Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn
Share on email
Email
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on print
Print

“Vacina, sexo, drogas e rock and roll”, opinião de Aida Franco de Lima

OPINIÃO / Aida Franco de Lima – Reproduzido de H2Foz (em 14/01/2021)

Muita gente, mesmo sabendo das consequências, em algum dia na vida usou alguma droga, lícita ou ilícita, dispensou a camisinha e dançou freneticamente um rock ou ‘breganejo’. Quem fez isso é porque nasceu, cresceu e só conseguiu essas façanhas porque quando era criança, os pais ou responsáveis levaram para tomar vacina!

Se hoje a sociedade brasileira está dividida entre os que querem e os que não querem tomar vacina é porque no passado fomos imunizados contra uma série de doenças que nos permitiram estar vivos para tal discussão (insana).

Você costuma sentar com um clínico geral ou um médico especialista para decidir qual o melhor medicamento para ele te receitar? Algum dia, antes de ingerir bebida alcoólica ou outra droga (sim, bebida alcoólica ou cigarro são drogas lícitas) buscou saber seu grau de eficácia? Hoje, enquanto lê esse texto no computador ou celular, é capaz de dizer a procedência do equipamento? Se o fez, é exceção.

Estamos diante de uma pandemia provocada pelo Covid-19 e pelas mentiras propagadas pelas redes sociais. Mentiras que geram insegurança, que fazem com que a população desacredite da gravidade da doença e faça pouco caso das vacinas que são a única alternativa para pensarmos em sair deste cenário de guerra.

Muita gente comemorou porque a vacina CoronaVac que o Instituto Butantan, reconhecido mundialmente, visitado até mesmo pelo gênio Einstein, não teria a eficácia ‘necessária’. São 17 milhões de vacinados no mundo e não morreu ninguém por conta da reação adversa de nenhuma das marcas das vacinas usadas! Se você tomar a ‘vaChina’ tem 50% de chances de NÃO ter covid -19. Mas se ainda assim tiver Covid, NÃO morrerá de Covid. Simples assim! A vacina faz com que o vírus NÃO seja mortal!

Lembram das pessoa que perguntam: ‘ah, mas só morre de Covid?’. Alguém morria de Covid antes da pandemia? Pois a vacina é justamente para isso, para que as pessoas não morram mais da doença em casa ou nos hospitais.

Painel da Vacina na CNN no dia 13 de janeiro de 2020

Vacinar é questão de inteligência. É questão de saúde coletiva. É pensar no outro que não pode ser vacinado porque, por alguma causa, seu organismo não consegue aceitá-la . Ainda nem temos doses suficientes para o Planeta. Ainda não há vacina contra a estupidez, mas contra a Covid já há e estão disponíveis em mais de 51 países. O Brasil ainda está na fila. Cabe a você decidir qual fila irá ajudar a aumentar. A fila a favor da vida ou a favor da Covid. Com Rock ou marcha fúnebre.

 

Aida Franco de Lima – Professora universitária. Dr.ª e Mestre em Comunicação e Semiótica (PUC-SP), Jornalista e Especialista em Educação Patrimonial (UEPG – PR); Guia Especializada em Atrativos Turísticos Naturais (SENAC – EMBRATUR);Técnica em Vestuário (CEEP – PR); escritora (Série: Guardador de Palavras da Gabi).
Este texto é de responsabilidade do autor/da autora e não reflete necessariamente a opinião da Guatá.

Arquivos

Categorias

Meta